terça-feira, 30 de outubro de 2012

COT
CENTRO OLÍMPICO DE TREINAMENTO


                                   
Na antiguidade, antes mesmo das civilizações grega e romana, há indícios arqueológicos que indicam que o homem praticava lutas usando as mãos, desferindo golpes uns contra os outros. Os gregos e romanos também praticavam lutas deste tipo com objetivos esportivos (caso dos gregos) ou de simples diversão (caso dos romanos).


Porém, o boxe só ganhou algumas regras, aproximando-se do que é hoje, no século XVII, no Reino Unido. Foi no ano de 1867, que o uso de luvas e o número de assaltos foram determinados como regras oficiais.
Para tornar as lutas mais competitivas, as regras do boxe definiram categorias que variam de acordo com o peso do lutador (boxeador ou pugilista).
As lutas profissionais possuem, no máximo 12 assaltos com 3 minutos cada. Porém, em determinadas competições o número de assaltos pode ser menor. Nas Olimpíadas, por exemplo, são 3 rounds de 3 minutos cada.



No final de cada assalto, os lutadores ganham pontos, que são atribuídos por cinco jurados da luta. Estes pontos, definidos por golpes e defesas, servem para definir o ganhador em caso da luta chegar até o fim. Quando um lutador consegue derrubar o adversário e este permanece por 10 segundos no chão ou não apresentar condições de continuidade na luta, ela termina por nocaute. Não são permitidos golpes baixos (na linha da cintura ou abaixo dela).



O boxe é um esporte, também considerado arte marcial, que faz parte dos Jogos Pan-Americanos e também das Olimpíadas. Podemos citar como boxeadores que mais fizeram sucesso: Larry Holmes, Muhammad Ali, Sugar Ray Leonard, Oscar de la Hoya, Julio Cesar Chavez e Mike Tyson. No brasil, podemos destacar Éder Jofre, Adilson "Maguila" Rodrigues e Acelino Popó Freitas.

Foi-se o tempo do boxe como uma atividade exclusivamente masculina. A moda desta prática pegou definitivamente entre as mulheres. Cada vez mais decididas, independentes, seguras e fortes, as mulheres têm colocado muitos homens “no chinelo” com a prática desta atividade e de artes marciais.


Cada vez mais , estão surgindo novas campeã
Com
alma de leões


Com um grupo unido e determinado

Buscando cada vez mais
o
aprendizado


a superação



perfeição


Fabrica de lutadores





domingo, 1 de julho de 2012

A boxeadora Érica Matos e o técnico Ari Colleti na cidade do Panamá, onde foi realizado o 3 Torneio classificatório dos jogos Pan-Americanos de Guadalajara
 Erica disputou a categoria 51 Kg


Filho do lendário boxeador Adegard Câmara Florentino o “Touro Moreno”, Esquiva Falcão defendeu as cores de Marília em 2011 nos jogos Abertos de Mogi das Cruzes a convite do seu então treinador na seleção brasileira Ari Coletti que é técnico do boxe mariliense nos Jogos Abertos, no campeonato estadual e campeonato brasileiro de boxe.

Os medalhistas por Marília nos Abertos em 2011 da direita para a esquerda: Ari Coletti, Jefferson Dias da Silva, Esquiva Falcão, Daniela Cristina de Souza, Jaqueline Castro, Mayara Pereira Greco e Fernando Temóteo Gomes

Esquiva Falcão garante segunda medalha do boxe em Londres
No mesmo dia em que Adriana Araújo acabou com jejum, capixaba passa às semifinais e garante melhor desempenho do país na modalidade na história
Por Gabriele Lomba
Direto de Londres
O Brasil não conquistava uma medalha olímpica no boxe desde Cidade do México 1968, quando Servílio de Oliveira foi bronze no peso-mosca. Nesta segunda-feira, em Londres, garantiu duas de uma vez. Horas depois de Adriana Araújo acabar com o jejum e se classificar às semifinais da categoria peso-leve feminino (até 60kg), foi a vez de Esquiva Falcão fazer o mesmo, ao derrotar o húngaro Zlatan Harcsa por 14 a 10 nas quartas de final do peso-médio  (até 75kg).



Esquiva Falcão , Ari , Jefferson

Daniela 


A boxeadora Daniela Cristina de Souza, atleta da SEL (Secretaria Municipal de Esportes e Lazer), conquistou o cinturão da Copa dos Campeões de Boxe Olímpico, realizado , no Centro de Treinamento Carlinhos Furacão, em São Vicente (SP). Ela foi a vencedora na categoria até 49 quilos.

Segundo o técnico da atleta, Ari Colletti, “a competição reuniu 30 atletas convidados de diversos Estados, que foram campeões, e serviu para um tira-teima entre os melhores do país”.
Para participar da Copa, Daniela manteve treinamento para manter a forma, o que foi recompensado com a conquista do cinturão. “Passei as festas de fim de ano em disciplina, sem excessos, focada nos treinamentos e consegui obter este excelente resultado”, diz a atleta.